Viva o permanente!!!
Ao longo dos séculos a mulher bolou instrumentos e técnicas para se embelezar, e se destacar das demais. Porém, sempre que uma nova "moda corporal" era lançada, todas tentavam copiar a inventora, fosse se adornando de pinturas corporais, de acessórios faciais (que hoje chamaríamos de piercings), corpetes que moldam a cintura, etc...
Pouca coisa mudou, mulheres já platinaram o cabelo para parecer a Marilyn, fizeram "bob´s" para parecer as Panteras, ou ainda o famoso permanente dos anos 80!
Como pode-se perceber acabei enumerando somente penteados das décadas passadas. Mas hoje em dia, quem dá valor ao penteado? Não se ouve ninguém falar que quer o cabelo da Kate Moss ou da Gisele Bündchen, hoje as meninas-mulheres querem as pernas da Gisele, a barriga da Juliana Paes ou ainda a boca da Angelina.
Isso torna-se viável a qual custo? Além do curto real - financeiro- há um investimento psicológico - de agüentar a dor da cirurgia, ou da frustração de não conseguir ter a mais reta e dura barriga!
Cada vez mais os padrões estéticos têm se distanciado dos corpos dos simples mortais, fato que pode desencadear o aparecimento de transtornos alimentares.
Nesse momento cabe a nós mulheres, mães, filhas, irmãs, vizinhas e amigas dar um conselho: "Melhor um permanente cafona do que uma permanente doença!"
Violeta Metsavaht Croda - Estudante do curso de Psicologia da UCS.

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